Concurso Nacional "A Empatia é uma Arte"
(Divulgação)
PARTICIPA!
Concurso Nacional "A Empatia é uma Arte"
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“VENHA TOMAR UM CAFÉ COM…”
Na passada sexta-feira, dia 30 de abril, decorreu mais uma
sessão virtual da atividade “Venha tomar um café com…”. Desta vez o tema era “Micróbios”, dinamizado pelo professor doutor António Veríssimo, microbiólogo
na Universidade de Coimbra. Mais uma vez estive presente com a minha mãe numa
sessão muito interessante.
Segundo o professor, “ser
microbiólogo, para muita gente, é uma pessoa que usa bata branca e passa muito
tempo num laboratório. Nem sempre é assim. Por vezes, deslocam-se a sítios
extraordinariamente difíceis para recolher amostras para pesquisa, como grutas,
minas ou no fundo do mar.”
Durante a sua apresentação foram mostradas imagens de
diferentes micróbios existentes na nossa vida.
As bactérias vivem em comunidades heterogéneas. Segundo os
estudos, descendem dos seres vivos mais antigos que habitam a Terra. Elas
comunicam umas com as outras e com as células do nosso corpo e dependem do
nosso bem-estar. A bactéria mais conhecida é a Thiomargarita Namibiensis
(Thio - significa enxofre, Margarita - significa bonita em latim, Namibiensis – porque foi encontrada na
Namíbia).
Para terminar a apresentação, e respondendo a questões
formuladas pelos presentes ou pelo questionário, o professor falou de vírus
(muito atual nestes últimos dois anos, infelizmente). Os vírus comuns infetam
as bactérias.
Foi uma noite agradável e com muita adesão por parte da
comunidade educativa. Aguardemos pela próxima iniciativa, que de certeza,
voltará a ser muito interessante.
Curiosidades:
O Dia da Mãe é uma data comemorativa que se celebra no primeiro domingo do mês de maio. Em Portugal, o Dia da Mãe chegou a ser comemorado a 8 de dezembro, mas passou para o primeiro domingo de maio, em homenagem à Virgem Maria, mãe de Cristo, que se celebra durante este mês .
Esta semana, o tema é desafiante...como vou expressar o amor que sinto pela minha mãe. É difícil. São palavras que sentimos no nosso íntimo e que nem sempre dizemos.
A minha mãe é aquela pessoa que está sempre lá para me ajudar, para me amparar, para secar as minhas lágrimas, para me dar um abraço amigo e para me educar, acima de tudo.
O trabalho desta semana fez-me lembrar como gosto da minha mãe, como é muito especial e importante para mim. Não me posso esquecer de toda a dedicação, paciência, amor, tempo e sabedoria que me dedica e nem sempre me lembro disso.
Ser mãe não é fácil, é uma grande responsabilidade.
Miguel Raposo - 8.º C
Dia da mãe
É um grande dia!
Todas as mães vamos celebrar.
Hoje iremos recordar,
Tudo o que fizeram para nos criar.
Quero ficar contigo,
Também para me lembrar
dos tempos em que passávamos o dia
a rir e a brincar.
Espero que saibas que te adoro!
Quero que tenhas um dia fenomenal.
Estaremos juntos no próximo ano,
Para que este seja especial.
Duarte Silva – 8.º C
Eram várias as regras que os portugueses tinham que seguir: O divórcio era proibido, assim como ler certos livros, ver certos filmes e ouvir certos discos. As mulheres não podiam entrar na igreja com cabeça descoberta. Muito menos andar sozinhas à noite, ou usar biquíni na praia.
Uma rapariga não podia usar minissaia no liceu. Mulheres casadas só podiam viajar para o estrangeiro com a autorização escrita do marido. Eram proibidos ajuntamentos de mais de três pessoas. E as enfermeiras não podiam casar. Os casamentos das professoras primárias tinham que ser autorizados pelo Ministério da Educação Nacional.
A Guerra Colonial começou em 1961 e foi o período de confrontos entre as Forças Armadas Portuguesas e as forças organizadas pelos movimentos de libertação das antigas colónias — Angola, Guiné-Bissau e Moçambique — entre 1961 e 1974. Mas o governo português da altura teimava em manter a posse das colónias, e por isso enviava para a guerra todos os jovens.
Nesse tempo não se podia criticar o governo, mas como a guerra se arrastava, os mortos eram já muitos e as despesas cresciam cada vez mais. A certa altura, as pessoas começaram a culpar os militares por a guerra não acabar.
Ora, como eles sabiam melhor do que ninguém que uma guerra daquelas nunca poderia ser ganha, resolveram derrubar o governo pela força. Fazer o que se chama um golpe de Estado. Para isso, fundaram o Movimento das Forças Armadas (MFA).
O dia escolhido para entrarem em ação foi 25 de Abril de 1974. De madrugada, militares do MFA ocuparam os estúdios da Rádio Clube Português e, através da rádio, explicaram à população que pretendiam que o País fosse de novo uma democracia, com eleições e liberdades de toda a ordem. Puseram no ar a música “Grândola Vila Morena”, de Zeca Afonso, que foi um sinal para os militares avançarem. Em Lisboa, os militares cercaram o quartel da GNR do Carmo, onde Marcelo Caetano se tinha refugiado. A população de Lisboa foi-se juntando aos militares. O que era um golpe de Estado transformou-se numa verdadeira Revolução. Ao fim da tarde, Marcelo Caetano rendeu-se e entregou o poder ao general Spínola, que, embora não pertencesse ao MFA, não pensava da mesma maneira que o governo acerca das colónias.
Os Cravos
O cravo vermelho tornou-se o símbolo da Revolução de 25 de abril de 1974. Segundo se conta, foi Celeste Caeiro, que trabalhava num restaurante na Rua Braamcamp de Lisboa, que iniciou a distribuição dos cravos vermelhos pelos populares que os ofereceram aos soldados. Estes colocaram-nos nos canos das espingardas.
Fontes:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_de_25_de_Abril_de_1974#25_de_abril_de_1974
https://www.juponline.pt/politica/artigo/18098/as-leis-salazar.aspx
https://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_Colonial_Portuguesa
https://visao.sapo.pt/visaojunior/historia-visaojunior/2016-04-14-conta-me-como-foi-o-25-de-abril/
Vantagens e desvantagens da tecnologia
Por todo o mundo, o avanço da tecnologia oferece vantagens e desvantagens.
As desvantagens estão relacionadas com a destruição do meio ambiente, o que acaba por impossibilitar uma vida calma e saudável às pessoas.
É necessário sabermos utilizar a tecnologia de uma forma equilibrada, evitando desmatar as florestas, poluir as águas dos rios e mares.
Fazemos parte de uma geração em que a Internet toma conta de uma boa parte do nosso tempo. As crianças e jovens fazem pouco uso de um bom livro de leitura e pesquisa, preferindo utilizar as ferramentas de pesquisa no computador.
Se for bem utilizada, a tecnologia poderá ser uma vantagem e uma mais-valia para a sociedade, porém, se não for bem utilizada, poderá provocar danos irreversíveis, não só no meio ambiente, mas também ao nível psicológico dos jovens.
A vantagem da tecnologia está em aplicarmos essa ferramenta nas invenções e simulações em várias áreas como, por exemplo, na medicina, na saúde, na engenharia e no ambiente.
Existem vários avanços tecnológicos a fim de melhorar a qualidade e bem-estar das pessoas em várias áreas, conforme a sua necessidade.
Para concluir, temos muitas vantagens no avanço da tecnologia, mas se não a utilizarmos adequadamente, teremos muitas desvantagens, tal como descrevi.
Joaquim Filipe Nunes Pinto - 8.ºA
A Joaninha
De folha em folha,
Uma Joaninha saltitava.
Sem estar preocupada
De ser avistada.
Entretanto, lá em cima,
Um grande corvo preto a olhava.
E todo cheio de fome,
Decidiu almoçá-la.
Começou a voar em pico,
Com os olhos semicerrados.
E a Joaninha lá em baixo,
A brincar, sem o ter notado.
De repente, olha para cima
E vê um grande vulto preto.
Ainda estava longe dela,
Mas não era muito esperto.
Decidiu, então, a joaninha,
Esconder-se debaixo de uma folha.
E, quando o corvo chegou cá a abaixo,
Já nem almoço tinha.
Saiu a voar de mãos vazias,
E de barriga a roncar.
E a joaninha toda feliz,
Começou outra vez a brincar.
Maria Miguel - 8.ºA
Nesta parede de vidro
me observo.
Vejo se decido
que roupa levo.
Então olho para mim
sem estar muito decidido.
Ainda não sei
o que levar vestido!
Aquela parede de humilhação
não torna a decisão fácil!
Parece que faz de propósito
para que dali não saia!
Aquele hipócrita
precisa de companhia?
“Não”, penso eu,
“só de aulas de cortesia!”
E fico diante dele.
Não me deixa arredar pé!
E, mais ainda,
não me deixa ser quem sou!
O pobre mimalhinho,
se ousam estatelá-lo,
amaldiçoa o coitadinho,
o descuidado
que decidiu quebrá-lo.
Sete anos de azar?
Boa sorte, meu amigo!
Meu pobre coitado,
que grande o teu castigo!
Mas já chega disto!
Desta grande porcaria!
Já me chega este mundo
para ver hipocrisia!
Vou tal qual estou
e ser quem sou!
Não mais ligo
àquele espelho
tão antigo.
João Braga – 8.º A
Foz do rio Sabor
Saio da autocaravana e logo vejo aquele lindo rio transparente. Se olhar para as suas margens, consigo ver as árvores perfeitamente refletidas nas águas límpidas.
Se me deitar na relva molhada, posso avistar, no alto, as graciosas águias a planar sobre o manto azul do rio Sabor.
Na encosta deste rio, há um pequeno cais sempre vazio, à espera da companhia de barcos solitários a precisarem de abrigo. No lado esquerdo, existem algumas mesas de mármore branco, feitas para acolher piqueniques domingueiros. Esse espaço está ligado por um pequeno passeio de pedra branca até ao parque de estacionamento. Atrás desse mesmo parque, fica uma quinta cheia de árvores de fruto e de videiras roxas carregadas de uvas gigantescas.
É um cenário fascinante, onde podemos passar momentos relaxantes de comunhão com a natureza!
Rodrigo Jácome – 8.º A