segunda-feira, 10 de maio de 2021

 Concurso Nacional "A Empatia é uma Arte"

(Divulgação)

O concurso nacional "A Empatia é uma Arte" tem como tema principal a Empatia e surge por iniciativa do IPAV/Academia de Líderes Ubuntu, através do seu movimento nacional "Desafios da Educação em tempos de (pós) pandemia: O CONTRIBUTO UBUNTU".

Destina-se a pessoas de todas as idades, a partir dos 5 anos, envolvendo assim não só @s alun@s das diferentes escolas do país como qualquer docente, assistente, técnic@ ou qualquer pessoa da comunidade que queira participar com o seu talento nas áreas da Fotografia, Escrita, Pintura / Ilustração / BD, e Artes Plásticas. Os concorrentes habilitam-se a ganhar prémios relacionados com a sua categoria. Pode-se consultar o Regulamento do Concurso e preencher o Formulário de Inscrição em:

PARTICIPA!

quinta-feira, 6 de maio de 2021

“VENHA TOMAR UM CAFÉ COM… Micróbios

 “VENHA TOMAR UM CAFÉ COM…

 

Na passada sexta-feira, dia 30 de abril, decorreu mais uma sessão virtual da atividade “Venha tomar um café com…”. Desta vez o tema era “Micróbios”, dinamizado pelo professor doutor António Veríssimo, microbiólogo na Universidade de Coimbra. Mais uma vez estive presente com a minha mãe numa sessão muito interessante.

Segundo o professor, “ser microbiólogo, para muita gente, é uma pessoa que usa bata branca e passa muito tempo num laboratório. Nem sempre é assim. Por vezes, deslocam-se a sítios extraordinariamente difíceis para recolher amostras para pesquisa, como grutas, minas ou no fundo do mar.”

Durante a sua apresentação foram mostradas imagens de diferentes micróbios existentes na nossa vida.

As bactérias vivem em comunidades heterogéneas. Segundo os estudos, descendem dos seres vivos mais antigos que habitam a Terra. Elas comunicam umas com as outras e com as células do nosso corpo e dependem do nosso bem-estar. A bactéria mais conhecida é a Thiomargarita Namibiensis (Thio - significa enxofre, Margarita - significa bonita em latim, Namibiensis – porque foi encontrada na Namíbia).

Para terminar a apresentação, e respondendo a questões formuladas pelos presentes ou pelo questionário, o professor falou de vírus (muito atual nestes últimos dois anos, infelizmente). Os vírus comuns infetam as bactérias.

Foi uma noite agradável e com muita adesão por parte da comunidade educativa. Aguardemos pela próxima iniciativa, que de certeza, voltará a ser muito interessante.

 Letícia Morais, 7º A, nº 17

domingo, 2 de maio de 2021

Curiosidades - Dia da Mãe

Curiosidades:

O Dia da Mãe é uma data comemorativa que se celebra no primeiro domingo do mês de maio. Em Portugal, o Dia da Mãe chegou a ser comemorado a 8 de dezembro, mas passou para o primeiro domingo de maio, em homenagem à Virgem Maria, mãe de Cristo, que se celebra durante este mês .

Esta semana, o tema é desafiante...como vou expressar o amor que sinto pela minha mãe. É difícil. São palavras que sentimos no nosso íntimo e que nem sempre dizemos.

A minha mãe é aquela pessoa que está sempre lá para me ajudar, para me amparar, para secar as minhas lágrimas, para me dar um abraço amigo e para me educar, acima de tudo.

O trabalho desta semana fez-me lembrar como gosto da minha mãe, como é muito especial e importante para mim. Não me posso esquecer de toda a dedicação, paciência, amor, tempo e sabedoria que me dedica e nem sempre me lembro disso.

Ser mãe não é fácil, é uma grande responsabilidade. 

Miguel Raposo - 8.º C

Mãe, és...

Mãe!


És
Simpática,
Amorosa,
Notável,
Dedicada,
Risonha e
Amiga.

Lara Oliveira - 8.º C

Dia da mãe

Dia da mãe

É um grande dia!

Todas as mães vamos celebrar.
Hoje iremos recordar,
Tudo o que fizeram para nos criar.

Quero ficar contigo,

Também para me lembrar
dos tempos em que passávamos o dia
a rir e a brincar.

Espero que saibas que te adoro!

Quero que tenhas um dia fenomenal.
Estaremos juntos no próximo ano,
Para que este seja especial.

Duarte Silva – 8.º C


Amor incondicional


A mãe

Amor de mãe,
amor incondicional,
amor infinito,
amor intemporal.

Amor de mãe,
amor com fortes laços,
amor com beijos,
amor com abraços.

Amor de mãe,
amor com colo,
amor com afeto,
amor eterno.

Amor de mãe,
amor presente,
amor gigante,
amor para sempre.

Luís Guimarães 8.ºA

Querida mãe!

Querida mãe,

quando pegaste em mim
pela primeira vez,
senti logo que a nossa 
história nunca teria um fim.

Querida mãe,
às vezes discutimos,
mas, no final, continuamos 
sempre bons amigos.
  
 Querida mãe,
de todas as vezes que
me deste um sermão,
ensinaste-me uma 
nova lição.

Querida mãe,
se não fosses tu a 
insistir para eu ser melhor,
então não sei 
o que estaria agora
a fazer.

Querida mãe,
agradeço por tudo o
que fazes por mim,
para que eu no
futuro viva feliz.

Melhor Mãe não podia ter !


Gonçalo Castro 8.º B
                             
    

Mãe

Mãe!

Sem nada ver, comecei a pensar,
A sentir-me e a mexer-me lentamente.
Não conseguia perceber o que se passava
Então explorei.

Só era capaz de flutuar num líquido e ouvir uma voz.
Essa voz tão doce era música nos meus ouvidos,
Era no seu timbre que me sentia segura,
E sempre foi a partir daí.
A minha mãe criou-me dentro de si.

O mundo pode mudar, pode acabar, pode separar-nos,
Mas ela sempre será a minha casa.

A minha mãe é a mais bela do mundo,
A mais carinhosa, a mais poderosa.

Tanto lutou e me ensinou
Que eu não sei como agradecer.

Podem existir montanhas e rios no nosso caminho,
Mas ela sempre fará com que eu me sinta bem.

Beatriz Coimbra – 8.º A

sábado, 1 de maio de 2021

O Estado Novo e o 25 de Abril


       O Estado Novo e o 25 de Abril


Após o golpe militar de 28 de maio de 1926, foi instaurada uma ditadura militar que, mais tarde, resultou na eleição de Óscar Carmona, em 1928. Durante o mandato presidencial de Carmona foi elaborada a Constituição de 1933 e instituído um novo regime de inspiração fascista - o “Estado Novo”.  António de Oliveira Salazar passou então a controlar o país. Durante o Estado Novo, Portugal foi sempre considerado como um país governado por uma ditadura. Em 1968, Salazar é substituído por Marcelo Caetano. 

Eram várias as regras que os portugueses tinham que seguir: O divórcio era proibido, assim como ler certos livros, ver certos filmes e ouvir certos discos. As mulheres não podiam entrar na igreja com cabeça descoberta. Muito menos andar sozinhas à noite, ou usar biquíni na praia.

Uma rapariga não podia usar minissaia no liceu. Mulheres casadas só podiam viajar para o estrangeiro com a autorização escrita do marido. Eram proibidos ajuntamentos de mais de três pessoas. E as enfermeiras não podiam casar. Os casamentos das professoras primárias tinham que ser autorizados pelo Ministério da Educação Nacional. 

           

A Guerra Colonial começou em 1961 e foi  o período de confrontos entre as Forças Armadas Portuguesas e as forças organizadas pelos movimentos de libertação das antigas colónias — Angola, Guiné-Bissau e Moçambique — entre 1961 e 1974. Mas o governo português da altura teimava em manter a posse das colónias, e por isso enviava para a guerra todos os jovens.

 Nesse tempo não se podia criticar o governo, mas como a guerra se arrastava, os mortos eram já muitos e as despesas cresciam cada vez mais. A certa altura, as pessoas começaram a culpar os militares por a guerra não acabar.

Ora, como eles sabiam melhor do que ninguém que uma guerra daquelas nunca poderia ser ganha, resolveram derrubar o governo pela força. Fazer o que se chama um golpe de Estado. Para isso, fundaram o Movimento das Forças Armadas (MFA).

O dia escolhido para entrarem em ação foi 25 de Abril de 1974. De madrugada, militares do MFA ocuparam os estúdios da Rádio Clube Português e, através da rádio, explicaram à população que pretendiam que o País fosse de novo uma democracia, com eleições e liberdades de toda a ordem. Puseram no ar a música “Grândola Vila Morena”, de Zeca Afonso, que foi um sinal para os militares avançarem. Em Lisboa, os militares cercaram o quartel da GNR do Carmo, onde Marcelo Caetano se tinha refugiado. A população de Lisboa foi-se juntando aos militares. O que era um golpe de Estado transformou-se numa verdadeira Revolução. Ao fim da tarde, Marcelo Caetano rendeu-se e entregou o poder ao general Spínola, que, embora não pertencesse ao MFA, não pensava da mesma maneira que o governo acerca das colónias.

Os Cravos

 O cravo vermelho tornou-se o símbolo da Revolução de 25 de abril de 1974. Segundo se conta, foi Celeste Caeiro, que trabalhava num restaurante na Rua Braamcamp de Lisboa, que iniciou a distribuição dos cravos vermelhos pelos populares que os ofereceram aos soldados. Estes colocaram-nos nos canos das espingardas.




Fontes:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_de_25_de_Abril_de_1974#25_de_abril_de_1974

https://www.juponline.pt/politica/artigo/18098/as-leis-salazar.aspx

https://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_Colonial_Portuguesa

https://visao.sapo.pt/visaojunior/historia-visaojunior/2016-04-14-conta-me-como-foi-o-25-de-abril/


Carolina Corvelo - 8.ºA

Vantagens e desvantagens da tecnologia

Vantagens e desvantagens da tecnologia


Por todo o mundo, o avanço da tecnologia oferece vantagens e desvantagens.

As desvantagens estão relacionadas com a destruição do meio ambiente, o que acaba por impossibilitar uma vida calma e saudável às pessoas. 

É necessário sabermos utilizar a tecnologia de uma forma equilibrada, evitando desmatar as florestas, poluir as águas dos rios e mares. 

Fazemos parte de uma geração em que a Internet toma conta de uma boa parte do nosso tempo. As crianças e jovens fazem pouco uso de um bom livro de leitura e pesquisa, preferindo utilizar as ferramentas de pesquisa no computador.

Se for bem utilizada, a tecnologia poderá ser uma vantagem e uma mais-valia para a sociedade, porém, se não for bem utilizada, poderá provocar danos irreversíveis, não só no meio ambiente, mas também ao nível psicológico dos jovens.

A vantagem da tecnologia está em aplicarmos essa ferramenta nas invenções e simulações em várias áreas como, por exemplo, na medicina, na saúde, na engenharia e no ambiente.

Existem vários avanços tecnológicos a fim de melhorar a qualidade e bem-estar das pessoas em várias áreas, conforme a sua necessidade.

Para concluir, temos muitas vantagens no avanço da tecnologia, mas se não a utilizarmos adequadamente, teremos muitas desvantagens, tal como descrevi.


Joaquim Filipe Nunes Pinto - 8.ºA





A Joaninha

 



                           A Joaninha   

             

De folha em folha,

Uma Joaninha saltitava.

Sem estar preocupada

De ser avistada.


Entretanto, lá em cima,

Um grande corvo preto a olhava.

E todo cheio de fome, 

Decidiu almoçá-la.


Começou a voar em pico,

Com os olhos semicerrados.

E a Joaninha lá em baixo,

A brincar, sem o ter notado.


De repente, olha para cima

E vê um grande vulto preto.

Ainda estava longe dela,

Mas não era muito esperto.


Decidiu, então, a joaninha,

Esconder-se debaixo de uma folha.

E, quando o corvo chegou cá a abaixo,

Já nem almoço tinha.


Saiu a voar de mãos vazias,

E de barriga a roncar.

E a joaninha toda feliz,

Começou outra vez a brincar.                                                                   


Maria Miguel - 8.ºA


Espelho



Espelho


Nesta parede de vidro

me observo.

Vejo se decido

que roupa levo.

Então olho para mim

sem estar muito decidido.

Ainda não sei

o que levar vestido!

Aquela parede de humilhação

não torna a decisão fácil!

Parece que faz de propósito

para que dali não saia!


Aquele hipócrita

precisa de companhia?

“Não”, penso eu,

“só de aulas de cortesia!”


E fico diante dele.

Não me deixa arredar pé!

E, mais ainda,

não me deixa ser quem sou!


O pobre mimalhinho,

se ousam estatelá-lo,

amaldiçoa o coitadinho,

o descuidado

que decidiu quebrá-lo.

Sete anos de azar?

Boa sorte, meu amigo!

Meu pobre coitado,

que grande o teu castigo!


Mas já chega disto!

Desta grande porcaria!

Já me chega este mundo

para ver hipocrisia!

Vou tal qual estou

e ser quem sou!

Não mais ligo

àquele espelho

tão antigo.


João Braga – 8.º A


Foz do rio Sabor




Foz do rio Sabor

Saio da autocaravana e logo vejo aquele lindo rio transparente. Se olhar para as suas margens, consigo ver as árvores perfeitamente refletidas nas águas límpidas.

Se me deitar na  relva molhada, posso avistar, no alto, as graciosas águias a planar sobre o manto azul do rio Sabor.

Na encosta deste rio, há um pequeno cais sempre vazio, à espera da companhia de barcos solitários a precisarem de abrigo. No lado esquerdo, existem algumas mesas de mármore branco, feitas para acolher piqueniques domingueiros. Esse espaço está ligado por um pequeno passeio de pedra branca até ao parque de estacionamento. Atrás desse mesmo parque, fica uma quinta cheia de árvores de fruto e de videiras roxas carregadas de uvas gigantescas.

É um cenário fascinante, onde podemos passar momentos relaxantes de comunhão com a natureza!



Rodrigo Jácome – 8.º A