quarta-feira, 15 de março de 2023
quinta-feira, 9 de março de 2023
A Pesca da Baleia — recensão
“A Pesca da Baleia”
O último livro que li intitula-se “A Pesca da Baleia” e o autor é Raul Brandão.
Esta obra retrata a faina baleeira desenvolvida pelo povo Açoriano, no início do século XX.
O livro é constituído por três contos: “A Pesca da Baleia”, “Homens e Barcos” e “Atlântico Açoriano”.
Estes contos descrevem a vida difícil dos Açorianos, a sua atividade piscatória e o oceano que rodeia as suas ilhas. Mostram as sensações, os sabores e os perigos que os pescadores tinham de enfrentar ao desenvolver aquela atividade.
O autor leva-nos numa viagem ao passado, com imagens, sons, sabores e aromas descritos de uma maneira impressionante, o que nos coloca nos acontecimentos relatados.
Um episódio que eu achei muito curioso relaciona-se com o facto de todos pararem as atividades que se encontravam a desenvolver, até mesmo um funeral, para irem à pesca, sempre que se avistava uma baleia.
Gostei muito deste livro, embora, na minha opinião, seja de difícil leitura, pois é muito descritivo.
José Guedes – 7.º B
quarta-feira, 8 de março de 2023
O Carnaval
“O Carnaval”
Podemos vestir-nos como um cereal,
Que ninguém leva a mal,
Porque é Carnaval!
Neste dia incrível,
Tudo podemos experimentar.
Muitas fotos tiraremos,
Para depois recordar!
Tantas serpentinas no ar,
Nem consigo ver!
Onde está a minha amiga?
O que será que está a fazer?!
No Brasil, está bem quente,
Em Portugal, estou quase a congelar,
Mas ainda bem que não chove,
Senão, não poderia festejar!
Para concluir,
Temos o samba na televisão,
Presencialmente, poderia ver,
Mas iria custar-me um dinheirão!
Isto é o Carnaval,
Uma festa que nunca irás esquecer.
Muitas fantasias tens,
Que fazem a alegria crescer!
Diana Matos, N.° 6, 9.° A
Um Ano de Guerra
“Um ano de guerra”
No dia 24 de fevereiro de 2022, a Rússia invadiu a Ucrânia, pondo em causa a segurança mundial e os seus famosos cereais. Com esta invasão, vários produtos subiram o valor pelo aumento da procura, tal como o petróleo/gasolina, pão e integrais, entre outros.
Crianças, idosos e mulheres foram obrigados a sair do país, enquanto os homens ficavam para combater e defender a sua pátria. O tempo passa tão rápido, já estamos em 2023 e o conflito parece que começou ontem. Ainda me questiono sobre o porquê deste se ter iniciado e qual é o grande objetivo de Putin, com as suas atrocidades e graves crimes cometidos.
Espero que as consequências dos feitos desta guerra o levem para a prisão durante muitos anos, que a reconstrução da Ucrânia seja com a contribuição da Rússia e que a normalidade volte para todos, sem guerra e sem monstruosidades.
Eduardo Silva, n.º 7, 9.º B
sexta-feira, 3 de março de 2023
Ucrânia — 365 Dias de Sofrimento
Ucrânia — 365 Dias de Sofrimento
No dia 24 de fevereiro, num gesto simbólico, durante o segundo intervalo da manhã e o primeiro da tarde, os alunos, docentes e não docentes do Agrupamento de Escolas Soares dos Reis formaram um cordão humano e fizeram um minuto de silêncio, em memória das vítimas da guerra e da situação do povo ucraniano.
Todos vestiram uma peça de roupa azul ou amarela em homenagem à coragem e resiliência deste povo.
7.º A
quinta-feira, 2 de março de 2023
terça-feira, 28 de fevereiro de 2023
sábado, 25 de fevereiro de 2023
O Rapaz do Pijama às Riscas — Recensão
O Rapaz do Pijama às Riscas
Para mim, este livro é fantástico. Por um lado, encanta-nos pelo sentido da amizade mas, por outro, é revoltante pela injustiça que retrata.
A ação da obra decorre num dos períodos mais tristes da História da Humanidade, a Segunda Guerra Mundial.
O livro apresenta um enredo fascinante, pois fala sobre duas crianças que tinham uma amizade pura, sem darem importância às diferenças sociais que existiam entre elas. Bruno era filho de pais nazis, enquanto Shmuel era judeu e estava preso, com a família, num campo de concentração, à guarda do pai do “amigo”.
A situação vivida pelos dois meninos é revoltante, porque custa a acreditar como é possível que algumas pessoas possam ser tão insensíveis e más para com as outras, apenas por não pensarem da mesma forma.
O Rapaz do Pijama às Riscas é um livro comovente e transmite-nos uma mensagem muito importante. Ensina-nos a não julgarmos os outros, nem discriminarmos ninguém.
É um livro que eu recomendo a todos.
Beatriz Queirós — 7.º A
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2023
A Honestidade é Um Valor Raro
“A honestidade é um valor raro”
Ser honesto é ser sincero, leal, justo, íntegro e de confiança.
Sendo assim, de facto, é raro haver pessoas que sejam inteiramente honestas, e não falo dos casos que, todos os dias, vemos nas redes sociais, de fraudes e mentiras, deliberadas e com a intenção de prejudicar terceiros. Falo sim do facto de sermos honestos connosco próprios, de admitirmos os nossos erros, fraquezas e imperfeições, por forma a podermos evoluir como seres humanos.
Uma das causas para esta qualidade ser tão incomum é o medo de não ser aceite ou julgado pela sociedade, por sermos quem verdadeiramente somos e pelo que pensamos.
Para concluir, ser honesto, para além de significar o ato de dizer a verdade, também pode ser compreendido como sermos verdadeiros connosco próprios, reconhecer e dialogar com a nossa própria essência de maneira abrangente, clara e despida de julgamento e, a partir daí, aceitarmo-nos a nós próprios.
Catarina Lopes, N.º 4, 9.º A
A Honestidade é Um Valor Raro
“A honestidade é um valor raro”
A honestidade é um valor fundamental em qualquer sociedade.
Infelizmente, é verdade que, em muitos casos, a honestidade é um valor raro.
Vivemos numa época em que a desonestidade é, muitas vezes, tolerada ou mesmo recompensada, seja na política, seja nos negócios ou nas nossas relações pessoais.
A desonestidade pode assumir muitas formas, desde pequenas mentiras até grandes fraudes. Infelizmente, na maior parte dos casos, é mais fácil mentir ou enganar do que ser honesto e transparente.
No entanto, a honestidade é fundamental para o dia a dia. Quando somos honestos, estabelecemos uma base de confiança com aqueles ao nosso redor, o que nos permite trabalhar juntos de forma mais eficaz e alcançar objetivos comuns.
Resumidamente, é importante lembrar que a honestidade sempre prevalece a longo prazo. Eventualmente, a verdade sempre será revelada e aqueles que mentem ou enganam, geralmente, acabam por sofrer consequências.
Beatriz Duarte, N.º 3, 9.º A
sábado, 11 de fevereiro de 2023
Se Eu Fosse Jornalista
“Se eu fosse jornalista”
Muito teria de fazer.
Poderia viajar por muitos países,
E o mundo inteiro conhecer.
Se eu fosse jornalista,
Teria de selecionar notícias de interesse geral
E, para manter as pessoas informadas,
Poderia apresentá-las no telejornal.
Se eu fosse repórter de terreno,
O meu dia já não seria tão pleno,
Caminharia muitos metros,
Para apanhar as notícias nos momentos concretos.
Teria sempre de fazer boa figura,
Não me podia descuidar,
Porque, a qualquer altura,
Teria uma câmara a filmar.
Para finalizar,
Com esta profissão,
O meu nível de cultura iria aumentar,
Mas, mesmo com esta vantagem,
Não podia deixar de estudar.
Bárbara Vieira, N.º 2, 9.º A
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2023
After School - março de 2023
Estão abertas as inscrições para os cursos After School de março:
terça-feira, 7 de fevereiro de 2023
Celebrar a Vitória, Defender a Paz
“Celebrar a Vitória, Defender a Paz”
Na semana de 23 a 27 de janeiro de 2023, esteve patente no polivalente da escola EB 2/3 Soares dos Reis uma exposição realizada no âmbito do Dia Internacional da Lembrança do Holocausto.
Os alunos do 7.º A, acompanhados pela Diretora de Turma, tiveram oportunidade de a visitar e refletir sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945) e o genocídio de cerca de seis milhões de judeus.
A exposição iniciou-se com os factos essenciais sobre esta fase terrível da nossa História: faleceram mais de 50 milhões de pessoas e muitas outras ficaram traumatizadas, estropiadas e feridas. Um resumo sobre essa época mostrou que o fascismo ocupou a Alemanha, França, Itália, Hungria, Polónia, Roménia, Bulgária, Áustria, Espanha e Portugal.
Com a derrota do fascismo na maioria dos países e o fim da Segunda Guerra Mundial, 8 de maio de 1945, as forças antifascistas, patrióticas e democráticas criaram a Organização das Nações Unidas para preservar a Paz e assinar a Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Novos direitos e regras foram anunciados. No entanto, continuaram a existir ameaças à paz.
Com esta exposição, todos tivemos oportunidade de aprender mais sobre o Holocausto e como valorizar e defender a paz.
Eva Lopes e Martim Tavares – 7.º A

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